quinta-feira, 29 de abril de 2010

"A ensurdecente rua em torno meu uivava.
Longa, esguia, em grande luto, dor majestosa,
Passou uma dama, de uma mão faustuosa
Que a barra e a bordadura erguia e balançava;

Nobre e ligeira, com sua perna estatual.
Eu lhe bebia, qual demente embasbacado,
Do olho, plúmbeo céu, genitor do tornado,
A doçura fascinante, o prazer letal.

Um clarão... e a noite! - fugitiva beldade
Cujo olhar renascer, de repente, me fez,
Não te verei mais eu senão na eternidade?

Alhures, bem longe e tarde! Jamais, talvez.
Pois não sei onde vais; tu ignoras mi'as vias,
Ó tu que eu teria amado! Ó tu que o sabias!"
Pior que o melhor de dois, melhor do que sofrer depois, se é isso que me tem o certo, a moça de sorriso aberto, ingênua, de vestido, assusta. Afasta-me do ego imposto, ouvinte claro, brilho no rosto, abandonada por falta de gosto. Agora sei, não mais reclama, pois dores são incapazes, e pobres desses rapazes que tentam lhe fazer feliz.
Escolha feita, inconsciente, de coração não mais roubado. Homem feliz, mulher carente, a linda rosa perdeu pro cravo...
acho que nunca estive tão rodeada de gente...e tão sozinha.

daaaaash

segunda-feira, 26 de abril de 2010

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COVARDE, sinto sua falta.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

MEEEEEEERDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Cheguei à uma conclusão por esses dias:
Amor mesmo, de verdade, amor AMOR, nós só encontramos uma ÚNICA vez na vida...e depois ou antes dessa vez, todas as paixões são apenas isso: paixões.
O tenso é quando você acha que encontrou esse amor aos 14 anos e chega aos 17 com a mesma idéia fixa, descrente dos outros relacionamentos.