terça-feira, 10 de agosto de 2010

Eu devia te odiar...e não odiar pouco.
O problema é que eu sinto sua falta todos os dias.
Sejam fins de semana, madrugadas, manhãs frias...sinto falta todas as vezes em que eu me deparo com uma lua gigante iluminando a minha cama como você gostava, quando eu passo pelos "nossos" lugares ou quando saio com outras pessoas.
Você é desprezível e me dá nojo, mas não consigo não querer te ver só mais uma vez...
pra pisar em você e, por dentro, desejar estar deitada no seu peito.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Texto por alguém desconhecido.

I want to disappear.

October 19th, 2009 by tate

"I don’t know why I’m writing this. I don’t think I deserve to be on this page with everyone else’s sorry little sob stories. My life is not as fucked up as yours. I do not have as much pain and agony in my memory sacks. I haven’t been divorced, cheated on, abused. I’ve suffered no major deaths, no traumatic incidents. I cut, but only a little and never dangerously. I feel alone, but I know everyone loves me. Really I just feel I should be happy and cheerful… But I’m not.

Maybe there is something wrong with me. Maybe I just want something to be wrong with me. I’ve only told one person, but he’s far too interested in his own problems to be any help. Plus I don’t even want help. I want to just make it go away. Not the pain, mind you, I really don’t feel any pain. I just feel empty. I feel heavy. I feel like there is a great black hole where my heart should be, and that my mind has taken up all the space.

I’ve never been in love. I’ve never been with a guy. I’ve had boyfriends. I’ve pretended that I was physically attracted to people. I made myself believe that it could be love and feel the passion…. But I know it wasn’t real. I know deep down that I was just pretending, putting on a show for the rest of the world. I’m always putting on a show for the benefit of others.

I’m 19 and I’m scared of life. Not people, not dangerous things like crime and chance. That would be normal, and for some reason my conscious refuses to be normal. I’m scared of making decisions. I’m scared of making changes. I’m always worried that I will get things wrong, that I will fail someone. Even now I am worried I am failing this project. I worry that I am far too interested in me and not enough bothered with the suicidal urges that I accompany.

I’ve tired to strangle myself. I’ve tried to make myself faint. I like fainting, watching everything get warm and fuzzy. I have never tried to truly kill myself, but I always think that it would be nice to just die. I always hope that death would be just the nice fuzzy thing. Permanent. Fixed. Not likely to vanish. I think death will let me escape this labyrinth. I hope death will get rid of all the decisions.

I feel like I should have more feelings. I feel like I should reach out for help here. I don’t want help. I just want someone to listen. I want someone to care enough to read this whole post. I want my story to be in the open.

When I was little I was convinced I was going to be a writer. I was convinced that I was going to change the world. I am not a writer, and the world has only changed me.

Sometimes I still find hope sometimes. I can still get excited and happy. I can still fun down the street laughing. But it’s not the same as it used to be. I am quite sure I am depressed, but it having a name does not make it better.

I am terrified of psychiatrists, but everyone says I need one. I’ve started seeing skulls in the inkblots. I used to see kittens and frogs. Do professionals really help? Or will they just judge you and make generalizations like the rest of the world does? Are they going to try to shove me inside another box? I hate boxes. I hate stereotypes.

I like to sleep when I’m angry, but my roommate always notices any changes in my sleep patterns. I guess this is my substitute. Unleash my discontentment upon the world and hope to destroy another. I fear I’m psychotic and dangerous. I laugh when I’m in pain.

This post probably isn’t right. I probably will get blocked or killed in the comments. I’m really scared to post it. I don’t want to put it in my blog, because I know one of my friends reads it. I don’t want my friends to know the truth. I’d rather lie and make it too little, too late. Maybe that’s why I consider suicide."

domingo, 2 de maio de 2010

'Cause all of the stars

Are fading away

Just try not to worry

you'll see them some day

Take what you need

and be on your way

and stop crying your heart out.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

"A ensurdecente rua em torno meu uivava.
Longa, esguia, em grande luto, dor majestosa,
Passou uma dama, de uma mão faustuosa
Que a barra e a bordadura erguia e balançava;

Nobre e ligeira, com sua perna estatual.
Eu lhe bebia, qual demente embasbacado,
Do olho, plúmbeo céu, genitor do tornado,
A doçura fascinante, o prazer letal.

Um clarão... e a noite! - fugitiva beldade
Cujo olhar renascer, de repente, me fez,
Não te verei mais eu senão na eternidade?

Alhures, bem longe e tarde! Jamais, talvez.
Pois não sei onde vais; tu ignoras mi'as vias,
Ó tu que eu teria amado! Ó tu que o sabias!"
Pior que o melhor de dois, melhor do que sofrer depois, se é isso que me tem o certo, a moça de sorriso aberto, ingênua, de vestido, assusta. Afasta-me do ego imposto, ouvinte claro, brilho no rosto, abandonada por falta de gosto. Agora sei, não mais reclama, pois dores são incapazes, e pobres desses rapazes que tentam lhe fazer feliz.
Escolha feita, inconsciente, de coração não mais roubado. Homem feliz, mulher carente, a linda rosa perdeu pro cravo...
acho que nunca estive tão rodeada de gente...e tão sozinha.

daaaaash

segunda-feira, 26 de abril de 2010

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COVARDE, sinto sua falta.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

MEEEEEEERDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Cheguei à uma conclusão por esses dias:
Amor mesmo, de verdade, amor AMOR, nós só encontramos uma ÚNICA vez na vida...e depois ou antes dessa vez, todas as paixões são apenas isso: paixões.
O tenso é quando você acha que encontrou esse amor aos 14 anos e chega aos 17 com a mesma idéia fixa, descrente dos outros relacionamentos.

terça-feira, 23 de março de 2010

Desabafo.

Eu, definitivamente, perdi a capacidade de me apaixonar loucamente por alguém.
O que anda me fazendo pensar é o fato de eu não conseguir definir se isso é uma coisa ruim ou uma coisa boa. Será que passar os relacionamentos meio taciturna e mantendo uma forte distância da loucura é mais seguro do que me jogar, chorar, gritar, sofrer e explorar o sentimento até a última das últimas fendas?
Será que essa camada protetora que eu criei - e, convenhamos, fiz bem feita - pra fazer com que fosse difícil me atingir o interior, ao invés de proteger-me, fará com que eu viva as pessoas pela metade?
Ou será que o problema está no fato de eu, instintivamente, comparar a intensidade dos sentimentos que moraram em mim, por cada uma das pessoas por quem já me apaixonei?
Eu não devo comparar, é fato, mas não seria bom viver algo loucamente forte e recíproco e ter vontade de largar tudo, fazer loucuras, sentir aquele nervoso que me faz ter todas as idéias embaralhadas na mente e não conseguir formular uma frase coerente quando perto do objeto desejado?
Disso tudo tiro cinco conclusões:
- Sou masoquista, sinto saudades de sofrer por amor.
- Depois de muita emoção, os corações cansam-se e desistem de lutar, aceitando as condições como são, batendo constantemente para tudo, não excitando-se quando estimulados.
- Preciso de alguém que não concorde comigo, que me enerve e haja de forma incoerente, para que, talvez, surtos de adrenalina façam-me como antes.
- Sou viciada no amor, na paixão, na incoerência, nos defeitos e no sentimento infantil e sonhador de que podemos, sim, mudar o mundo. Pulso firme, braços estendidos, grito na garganta, cara suja e vontade de avançar.
As coisas fluem continuamente, não acontece o que não devia acontecer, tudo ESTÁ bem.
E então? É só isso? Sem desafios?
Bem-vinda à vida, Carolina. Chega de reclamar! Logo tudo muda - até bermuda! - e então você irá escrever mais, reclamar mais, blá blá blá mais, e mais, e mais, e mais...
-Eu, definitivamente, estou enlouquecendo.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Como dizia o poeta


Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não.


Vinícius de Moraes

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Pra que minha vida siga adiante.

É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão.
É um dom saber envaidecer, por si, saber mudar de tom.
Quero não saber de cor, também, pra que minha vida siga adiante.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

a little bit of heaven,
But a little bit of hell.