(...)
E tudo que amei - amei só
Então - em minha infância, no alvor
De uma tormentosa vida - busquei
De toda profundeza do bem e do mal
O mistério ainda dominante
Da torrente, eu fonte
Do rochedo, rubro da montanha
E das nuvens que formas tomam
Quando azuis eram os céus
De um demônio diante de mim
(...)
Edgar Allan Poe, 1850.
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